Porque não consigo ter um relacionamento duradouro e estável?

Você é boazinha? Faça um teste rápido.    

Nos primeiros dias do relacionamento, você:


- espera que ele telefone antes de você fazer qualquer plano?
- fica furiosa se ele não telefona ou não aparece?
- se esforça para ser apreciada?
faz surpresas para agradar, mesmo que ele não faça nada por merecer?
- tenta mostrar o quão boazinha você é?
- descolore o cabelo só porque ele comentou que prefere as loiras?
- o homem não precisa investir nada em você para se entregar totalmente?
- faz um jantar especial e coloca uma lingerie preta?
- não dá chance para ele retribuir?
- submete-se a uma atividade que não te interessa, como ve-lo assistir ao jogo de futebol, limpar a vara de pescar ou mexer no motor do carro?
- reclama que ele nunca tem tempo para você?


Se a maioria das respostas for sim, sinto muito, mas você está transmitindo a mensagem que você é boazinha e sem valor

Vou explicar melhor...

A base de um relacionamento é estabelecida logo nos primeiros dias. Desde o início, ele, conscientemente (isso mesmo, conscientemente), tenta determinar até que ponto conseguirá se dar bem. Preste atenção no seguinte: um homem que, desde o início do namoro, está voltado para ele mesmo e para as próprias necessidades provavelmente não será um bom companheiro.

O fato da mulher se exceder nas atenções com um sujeito que é praticamente um estranho pode levá-lo a duas conclusões: ou ela está desesperada ou vai para a cama com qualquer um. Ou ambas as coisas. O esforço que ela faz não é apreciado. E quando o homem começa a perder o respeito por uma mulher que sutilmente se desvaloriza, ele perde também o desejo de se aproximar dela. Com ou sem lingerie de renda preta.

Se você disse sim à maioria das perguntas você está transmitindo o recado de que ele tem total controle sobre a relação, uma mensagem que não deve ser dada a alguém que você mal conhece. Homens gostam da mulher boazinha ... para transar e ir embora. Mas eles querem admirar a mulher que mantem ao seu lado, por isto, eles escolhem as poderosas para relacionamentos estáveis e duradouros.

Os homens, em geral, não se sentem desafiados quando se vêem diante de uma mulher que não mede sacrifícios para conquistá-los. Elas não oferecem o desafio mental que os homens procuram.

Por outro lado, as mulheres erram ao imaginar que, se tiverem doutorado, se souberem defender suas idéias em uma discussão sobre política internacional ou se entenderem de investimentos, serão naturalmente capazes de oferecer um estímulo mental ao homem.

O desafio mental tem muito mais a ver com a atitude do que com a conversa. Geralmente, a mulher que se faz respeitar e que demonstra não ter medo de viver sozinha constitui um desafio mental muito mais instigante. 

Muitas vezes, as mulheres se excedem tanto em atender todos os desejos de seus parceiros – os expressos e os que elas imaginam – que eles se habituam a apenas receber. A mulher que se desdobra em mil cuidados passa a seguinte mensagem: 


"O que tenho a oferecer não é suficiente." 

Por outro lado, a mulher poderosa transmite a mensagem oposta: 


"EU TENHO VALOR" 

Estes trechos foram extraídos do livro "Por que os homens amam as Mulheres Poderosas?, de Sherry Argov. E na internet há muito material ensinando como ser uma mulher poderosa. As dicas explicam como agir, mas VALOR é algo que se sente ou não. Não dá para fingir ter valor.

Muitas mulheres não conseguem colocar todos estes ensinamentos em prática, pois se sentem muito ansiosas, inseguras e desvalorizadas. E elas não conseguem acessar as causas destes problemas, pois estão enraizadas no passado.

Então, gostaria de te levar a reflexões que estão na raiz destes sentimentos, as leis do amor. A transgressão destas leis, conscientemente ou não, podem gerar uma série de relacionamentos frustrantes, fatos repetitivos na família, traições e relacionamentos onde você se sente sozinha. 

A menina aprende a ser mulher, com a mãe, que representa as mulheres da família, e o menino, com o pai. Por isto, ao olharmos estas questões, voltamos às nossas raízes. Quando criança, você de algum modo criticou, mesmo que veladamente, seus pais e o relacionamento deles? Por exemplo, 

"quando crescer, eu farei melhor!". 

Se faço exigências para os meus pais, é comum transferir estas exigências para o parceiro. É mais fácil amarmos uma imagem que temos do outro, do que o outro propriamente dito. Para se ter sucesso em amar o parceiro do jeito que ele é, é necessário dar um passo atrás e olhar para a própria família. 

Entre você e seus pais, existe uma hierarquia. Eles te deram o bem mais precioso, a vida. Eles são grandes e você, o pequeno, e cabe a você honrar isto, sem julgamentos. O exemplo acima ilustra a quebra desta hierarquia, pois ao julgar seus pais, você se torna grande diante deles. Neste exemplo, por fidelidade ao laço familiar, 


você, no máximo, fará igual a eles, 
mas, mais provavelmente fará pior. 

O julgamento impede o fluxo do amor, e transforma força em fraqueza. 


Como é a imagem dos seus pais no seu coração? 
Você os honra como são? 
Você é pequeno diante deles? 

Pense bem, e não se surpreenda se seus relacionamentos refletem suas respostas.

Não importa se o seu pai e/ou sua mãe te abandonaram! Não importa se eles foram violentos com você! Nem se ela e/ou ele te tratam como capacho! Nem que você seja fruto de um estupro! 


Você não é filho de chocadeira! 

Então você tem pai e mãe e eles te deram a vida. Este é o fato, e precisa ser honrado!

Pior ainda, é se você desconsidera um e idolatra o outro. Neste caso, você já está "casada" com aquele que idolatra. Você nunca estará disponível para um relacionamento duradouro e estável. 

E ainda pode acontecer de você se casar com um homem que "já está casado com a mãe dele". Quantas reclamações neste sentido eu já ouvi! Você nunca sentirá ele de verdade ao seu lado, pois ele, de fato, não está disponível para você!

Vou dar um exemplo extremo para você entender melhor esta dinâmica. Seu pai era alcoolatra e batia na sua mãe. Você se posicionou ao lado da sua mãe, e claro, "contra" o seu pai. Neste momento, você bloqueou o fluxo de amor para o seu pai e tem como parceira a sua mãe. E ainda não entendeu porque tende a se envolver com homens viciados e violentos? Olhe para a sua história.

Vou explicar melhor. Neste exemplo, houve o bloqueio do amor pelo pai, mas ele não deixa de existir. A filha se sente traindo a mãe se amar abertamente o pai. Para compensar, ela o ama e o honra veladamente, escolhendo seu parceiro através daquilo que caracteriza o pai: o vício e a violência.


Eu sei, que para muitos, honrar os pais, pode parecer doloroso e até irritante. Mas ...


dar um bom lugar no coração 
àqueles que deram a vida a você 
é um "santo remédio"! 

Metade de você é pai e metade de você é mãe, a genética está aí para comprovar isto! E se você desvaloriza um deles, você desvaloriza a si mesma!

Não dá para dizer ao mundo: Eu tenho valor, mas pela metade! ou como você pretende que o outro te valorize se você se desvaloriza completamente?


Estas questões são muito delicadas e profundas. Estão bem escondidas no inconsciente. Mas é possível tocar estas questões de um modo preciso e profundo. É possível transformar nós em laços e se libertar destas amarras, como conseguiu a Ísis Lima:


Inscreva seu e-mail logo abaixo e entenda melhor esta e outras situações que te impedem de conquistar um relacionamento duradouro e estável, de conquistar o seu lugar no mundo e expressar em alto e bom tom: 



EU TENHO VALOR!


Por Lara Silva



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